terça-feira, 16 de agosto de 2011

São tantos recomeços, que mal consigo esquecer o final.

domingo, 7 de agosto de 2011

"Tudo novo de novo."

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

"

Ás vezes quando a gente cai, fica difícil se levantar.  "

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Se você não quer que ninguém saiba, não faça. haha

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Se eu morresse hoje...

morreria feliz?
morreria satisfeita?
morreria gorda?
morreria pobre?
morreria virgem?
morreria burra?
morreria sem libertadores?
morreria sozinha?

Muitas pessoas morreram nos últimos dias. Acredito que poucos tiveram um tempinho antes do "gran finale" para meditar sobre algumas coisas, pensar em algumas pessoas ou lembrar que esqueceram de algo. Como morreram não é possível entrevistá-las e fazer qualquer estatística sobre pensamentos finais no momento que antecede a morte.

Será que alguém esqueceu o farol do carro ligado? E se ele morreu sem olhar os emails do dia? Esqueceram a lâmpada do banheiro acesa? Será que deu tempo de tirar aquele cochilo? 
"Aiai, será que quando minha hora chegar estarei com o cabelo feito e lindo? E minhas unhas? E que roupa estarei vestindo nesse momento final?"

Alguns questionamentos tornam-se banais num momento difícil. Quem perderia os últimos segundos de vida se preocupando com coisas são fúteis e sem importância?!! A morte vem uma vez só. E vem para matar. Para levar nosso bem mais precioso. E quando isso está em jogo, tudo se torna dispensável.

Farol ligado, unhas mal-feitas, "roupa de gala", lâmpada acesa, dívidas... nada tem mais importância. Se surgem alguns momentos antes do fim, nos precoupamos com coisas que realmente contam. Momentos que realmente valem a pena. Pessoas que amamos, e que sentirão nossa falta. Coisas que tivemos vontade de dizer ou de fazer começam a fazer falta.

Oportunidade que deixamos passar pesam sobre nossas consciências. Deixei de fazer alguém sorrir. Nunca agradeci a ele por ter me feito tão feliz. Esqueci de pedir desculpas tantas vezes. Troquei coisas simples pelo trabalho. Senti tanta saudade por causa de um capricho.

Quando a minha hora chegar quero ter certeza que fiz o que me deu vontade. Que vivi feliz. Que mudei um milhão de vezes. Quero ter certeza que aprendi muita coisa, e hoje sou inteligente. Que amei. Que toda raiva que senti foi inevitável. Quero ter certeza que me arrependi. E que repetiria quase tudo.


 Se chorei ou se sorrir, o importante é que emoções eu vivi...


Quero morrer com a certeza de que ainda sou Fiel, que muitas pessoas vão sentir minha falta e que já serei campeã da libertadores, rs.





sexta-feira, 22 de julho de 2011

Prezado,

Até onde vai o seu ciúme?

Não sei. Eu tenho ciúme?

É tipico do ser humano tomar posse de algo ou alguém, só porque gosta daquilo. Temos mesmo esse direito? Temos o direito de não confiar em alguém e cobrar desse alguém perfeita exclusividade o tempo todo?

Desconfiança a gente sabe que existe em todas as relações, amorosas, profissionais, familiares etc. Mas tornar isso uma rotina não deveria ser tão normal.

Então como acabar com a desconfiança? Confiando.
Ninguém deixa de confiar em alguém do nada. Tipo, acordando e decidindo que a partir de hoje não confio nem na minha mãe, nem no meu time mais, e pronto!!! Sempre há um acontecimento que nos faz mudar de ideia. E isso só acontece por que temos o privilégio de mudar de ideia quantas vezes quisermos. Aliás, não tenho muita certeza se é 'um privilégio' mesmo, alguns classificam como defeito.

Defeito porque chega um dia que passamos a não nos importar com quem nos importamos por um bom tempo. Tornamos as coisas chatas e rotineiras, e de repente decidimos que não é o suficiente. Nos olhamos no espelho e sentimos que precisamos de experiências novas, mas esquecemos de contar isso às pessoas que ainda se importam conosco. Que não acompanharam nossa mudança de ideia, e sequer desconfiam.

Daí surgem as mentiras. O que não é tão grave, afinal, ninguém é perfeito. TODOS MENTEM. O grande problema, é mentir para esconder uma mentira. E nunca, nunca reconhecer que mentiu e  se desculpar. Isso fere até um cachorro.



Também temos ciúmes de coisas materias. Morro de ciúme das minhas maquiagens. Só eu posso usá-las. Eu apenas. Das minhas camisas do Coringão então, mato e morro para ninguém usá-las. E brigo com Deus e o mundo quando descubro que a Camila olhou para elas. Isso é ciúme. Mas é meu.

Uma pessoa não pertence a ninguém. Mas a partir do momento que decidimos fazer coisas juntos, e combinamos uma certa exclusividade, temos o direito de nos considerar parte um do outro. E principalmente, o direito/desejo de ser bem tratado. E acreditem, mentir, omitir e enganar não é tratar bem.

Não é fácil deixar 'para lá' quando gostamos das pessoas. Queremos entender, saber onde erramos, porque essas coisas tem que acontecer logo conosco?

E sozinhos não vamos entender nada.


Enfim, ciúme é um pé no saco, mas é um mal necessário.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

...o show tem que continuar!

V I D A  N O V A !


ás vezes a gente até pensa que alguma coisa pode dar certo. Talvez isso até é possível, desde de que alguém acredite, e faça dar certo! 
Pessoas se conhecem a todo o momento, se envolvem e estabelecem entre si relações diversas.
Nos entregamos a projetos, sonhos, paixões e dividimos tudo com amigos e familiares. Deixamos as pessoas também convencidas que tudo está indo tão bem, que dificilmente algo pode dar errado.
De repente, a gente se vê feliz.  Feliz mesmo, de verdade, de sorrir por tudo, de mudar hábitos ruins, criar rotinas para tudo, acreditar na mudança, amar um cachorro ou algum personagem de novela..feliz de sonhar com a realidade. Feliz e feliz, Alegre e alegre!


Nada nos abala, nem brigas, nem dores de cabeça, nem a tristeza alheia, nem dificuldades momentâneas, nem notas ruins, nem derrotas por goleada, nada nos faz cair. Nada nos faz chorar, nem soluçar, nem mesmo tropeçar. Há quem diga que quando acreditamos na vitória, ela vem mesmo. Podemos dizer o mesmo para a felicidade?

Sim, se depender só da gente, sim. O problema é quando a nossa felicidade depende de outras pessoas. Ou melhor, não vamos dizer "problema", vamos usar a expressão "complicação". É complicado quando nos baseamos em alguma coisa que não é exatamente o que acreditávamos.  Agora sim, o problema surge quando essa coisa é muito grande para gente.

Grande porque é difícil. Difícil de resolver, de esquecer, de fazer, de refazer, de inventar, de mudar ou de lembrar. Difícil porque se fosse simples não seria um problema, e sim a solução.


Quanto mais eu lembro, mais eu penso. Alguém disse isso um dia, e virou música. E é verdade, para que lembrar se nem cheguei a esquecer? E para que esquecer se vou lembrar depois? Se vou pensar é melhor entender, e aceitar. Talvez fica mais fácil, talvez...

Se chorar me faz melhor, sorrir chorando me faz melhor ainda!
Se vamos precisar chorar para rir depois, então é isso que devemos fazer! Não importa quem morreu, eu só quero chorar. Chorar por um arranhão, por uma demora, por uma vontade, por uma paixão, por uma vitória, por um penalti (ou por 4, rsrs), por uma alegria, por uma tristeza ou por nada! Chorar dignifica o homem.

Se vamos ficar tristes, que seja por algo que nos vai ensinar alguma coisa.
Que minhas tristezas sejam menores que minha alegrias.
Todo dia quero ser uma nova pessoa.
A vida continua.
E se caio três vezes, me levanto quatro.